segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ah, que bonitinho!

Equilíbrio!? NÃO!
Equilíbrio apenas até encontrar dois extremos agradáveis, cada qual com seus defeitos, que apesar de existirem vem acompanhados de incontáveis vantagens.

E aí, aonde fica o equilíbrio? Tá aí um lado ruim de ser equilibrado. Nessas horas não tem como. É necessário ser extremo. Ficar em cima do muro é impossível. Escolher um lado e ficar é praticamente impossível, afinal, "extremo" é uma palavra que só se encontra no meu dicionário quando penso em autoconfiança(ou pelo menos na maior parte do tempo em que penso nisso). Pensar que a maravilhosa experiência do conhecimento de tanta coisa boa necessariamente deve separada.

Triste não é ter medo do futuro. Triste está sendo não encarar esse medo com total confiança e vontade. Complicado é pensar que o passe em profundidade pode sair errado, e dar chances para o adversário contraatacar. Pior ainda é saber que tocar a bola pro lado o tempo todo jamais alterará o placar. Ou alterará, porém a favor do adversário.

Vai chegando a hora de vestir a 10, e com a característica lucidez daqueles que ostentam essa camisa, dar o passe, seja certo ou errado.

Outro desabafo meio aleatório, para os poucos que tem uma pequena noção(ou não) de como funciona essa mente doentia.

2 comentários:

Anônimo disse...

Você não é quem pensei que fosse

Diego (; disse...

Na verdade eu sou muito melhor que isso.
Mas algumas coisas fazem a gente pensar.