quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

E que venha!

...o futuro da maneira que ele bem quiser!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ah, que bonitinho!

Equilíbrio!? NÃO!
Equilíbrio apenas até encontrar dois extremos agradáveis, cada qual com seus defeitos, que apesar de existirem vem acompanhados de incontáveis vantagens.

E aí, aonde fica o equilíbrio? Tá aí um lado ruim de ser equilibrado. Nessas horas não tem como. É necessário ser extremo. Ficar em cima do muro é impossível. Escolher um lado e ficar é praticamente impossível, afinal, "extremo" é uma palavra que só se encontra no meu dicionário quando penso em autoconfiança(ou pelo menos na maior parte do tempo em que penso nisso). Pensar que a maravilhosa experiência do conhecimento de tanta coisa boa necessariamente deve separada.

Triste não é ter medo do futuro. Triste está sendo não encarar esse medo com total confiança e vontade. Complicado é pensar que o passe em profundidade pode sair errado, e dar chances para o adversário contraatacar. Pior ainda é saber que tocar a bola pro lado o tempo todo jamais alterará o placar. Ou alterará, porém a favor do adversário.

Vai chegando a hora de vestir a 10, e com a característica lucidez daqueles que ostentam essa camisa, dar o passe, seja certo ou errado.

Outro desabafo meio aleatório, para os poucos que tem uma pequena noção(ou não) de como funciona essa mente doentia.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Eu causei um acidente embriagado

Acho engraçado. Quem lê o que escrevo sobre mim(mesmo que exista apenas um texto referente a isso), logo pensa que eu me conheço muito bem. O fato é que ninguém percebe que aquilo na verdade revela justamente o contrário. Contradições e mais contradições. De concreto, apenas a confiança que tenho no futuro, independentemente de tudo. O jeito, no final, é continuar VIVENDO, afinal, limitar-se à SOBREVIVÊNCIA é apenas para os incapazes.
Infelizmente certos sentimentos, imagens e fatos não saem da minha cabeça de jeito nenhum, e isso tem sido absurdamente incômodo. Eu sempre fui feliz com a incerteza do futuro, porém de semanas pra cá essa incerteza me mata de agonia a todo instante. Descobri também que meu grande medo não é me decepcionar. Mas sim decepcionar quem eu gosto.

Hoje, apesar disso, eu repensei muita coisa. Me foi dita uma frase num contexto totalmente diferente do que tanto me incomoda, porém que me levou imediatamente(como se já não estivesse sugando minha sanidade o suficiente). Fiz algo que sempre digo pra fazerem, porém não tinha o feito ainda: pensar em mim, em relação a mim, e não em relação aos outros.

No final, vi alguma luz. Porém, a vejo distante, apesar de ter a certeza de que ela aponta para o caminho correto.

Bom, apenas um pequeno desabafo a mim e aos pouquíssimos(ou até ninguém mais uaHEUAHE) que lerão isso, depois de 194 dias sem postagens aqui.